terça-feira, 9 de julho de 2013
O ponto do despertar
Diante do momento atua, o chamado pós-moderno, o que também contemporaneidade, temos uma uma característica peculiar: a individualidade, a tão solidão da individualidade.
Fato de uma pertença emancipação do indivíduo, que sem amarras até então enlaçantes: a religião, a moralidade, o Estado, os tabus...etc; todos caídos de uma vez, e quase sub-repticiamente.
No primeiro momento, de gozo, de libertação, de 'existencialismo', temos o nirvana do individualismo.
Mas, como todo estado passageiro, logo vem um segundo momento, variando de indivíduo a indivíduo, mas todos, com uma mesma sintomatologia moderna: um vazio existencial; um faltar de chão, de referencial. Ponto, um vazio. Mas também, um encontro, uma reflexão, um questionar. Um momento filosófico.
Uma oportunidade para reflexões filosóficas, o ponto de encontro consigo mesmo, que pode ser a saída existencial, a saída da angustia da solidão.
A queda existencial para o ponto do despertar filosófico.
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